Seguro Residencial: vale a pena e realmente ajuda no planejamento financeiro da família?
Tudo sobre segurosArtigo2 de fevereiro de 2026
Manter o orçamento da casa sob controle é um grande desafio. Ainda que exista disciplina no orçamento, imprevistos acontecem: um problema na fechadura, um curto no chuveiro, um vazamento que surge do nada. Esses pequenos incidentes têm impacto direto no bolso e podem comprometer o planejamento do mês. É aqui que muita gente começa a buscar alternativas para evitar gastos inesperados, entre elas, o seguro residencial.
A proteção vem ganhando espaço justamente por ajudar famílias a se protegerem de danos ao imóvel e, principalmente, por transformar imprevistos caros em custos previsíveis e acessíveis.
Por que o seguro residencial faz tanta diferença no orçamento?
Um dos maiores mitos sobre seguro residencial é acreditar que ele é caro. Na prática, ele costuma ser bem mais barato do que as pessoas imaginam.
No mercado, existem planos básicos que custam menos de 300 reais por ano e já incluem coberturas essenciais como incêndio, danos elétricos e assistência 24h com serviços como eletricista, chaveiro e encanador. A Zurich, por exemplo, oferece opções nessa faixa, incluindo proteção para situações muito comuns como queima de eletrodomésticos e danos por água.
Já planos mais completos, com assistência ampliada e coberturas extras, como proteção para eletrônicos fora de casa, ficam abaixo de 600 reais ao ano. Mesmo assim, continuam acessíveis porque podem ser parcelados em até 12 vezes, com valores aproximados entre 30 e 50 reais por mês.
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Seguro residencial x serviços avulsos: qual sai mais barato?
O comparativo entre contratar serviços avulsos e ter seguro residencial é um dos principais motivos que levam pessoas a buscar esse tipo de proteção.
Segundo levantamento divulgado no mercado, apenas três serviços básicos realizados uma única vez ao ano, como chaveiro, troca de chuveiro e encanador, podem custar entre 650 e 850 reais. E isso só considerando mão de obra.
Para quem chama um eletricista ou chaveiro em emergência, o valor pode variar entre 250 e 400 reais cada atendimento. Em um mês problemático, dois serviços desses já superam o valor de uma apólice completa.
Do ponto de vista financeiro, isso significa trocar despesas imprevisíveis por um custo fixo, reduzido e planejado no orçamento.
O que o seguro residencial cobre na prática?
A maior parte das seguradoras oferece uma combinação entre coberturas tradicionais e serviços emergenciais, criando um pacote robusto para o dia a dia.
- Eletricista
- Encanador
- Chaveiro
- Desentupimento
- Limpeza de caixa d’água e calhas, entre outros.
Além disso, coberturas amplas podem incluir:
- Danos elétricos (uma das mais acionadas)
- Danos por água
- Roubo ou furto qualificado
- Danos por vendaval, alagamentos e granizo
- Responsabilidade civil — que cobre prejuízos a vizinhos por conta de vazamentos, por exemplo.
Por que mais famílias estão contratando seguro residencial?
O mercado de seguros residenciais segue em sólida expansão. Em 2024, o setor cresceu 20%, impulsionado principalmente por novos clientes. As pessoas estão percebendo que manter um imóvel custa caro e que imprevistos podem gerar gastos significativos.
O setor de seguros como um todo também cresceu mais de 12% no mesmo período, mostrando que os brasileiros estão mais conscientes sobre proteção e prevenção financeira.
Além do preço acessível, outra motivação é a praticidade: com o seguro, o cliente não precisa procurar profissionais, pedir orçamento, negociar ou arriscar contratar alguém sem referência. A seguradora envia o prestador qualificado, geralmente 24h por dia.
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Vale a pena contratar seguro residencial?
Se você busca previsibilidade financeira e quer evitar gastos inesperados com reparos domésticos, o seguro residencial costuma valer a pena. Ele transforma possíveis despesas altas em um custo fixo anual baixo e planejado.
Para quem mora em apartamentos ou casas em regiões que enfrentam problemas com chuvas, quedas de energia ou envelhecimento da infraestrutura predial, ele ajuda a reduzir riscos e a manter o orçamento equilibrado.
Em vez de lidar com surpresas financeiras, a família passa a se planejar com um custo mensal baixo, muitas vezes entre R$ 30 e R$ 50, evitando estresse e endividamento.
Leia também: Como escolher a assistência residencial ideal?
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Os planos podem ser contratados de acordo com o seu perfil e incluem opções mais completas, com proteção para eletrônicos, cobertura fora de casa, serviços adicionais e suporte rápido em emergências.
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